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Congresso em Foco
10/2/2019 | Atualizado às 18:06
A ineficiência da saúde pública brasileira é um dos principais problemas nacionais e, a cada campanha eleitoral, reacende o debate sobre o modelo atual de assistência. Um exemplo dessa deficiência está expresso no próprio procedimento médico que salvou Bolsonaro, como o Congresso em Foco mostrou com exclusividade poucos dias após o atentado em Juiz de Fora. E, a propósito, trata-se de um serviço bancado pelo SUS. Assinada pelo jornalista Matheus Andrade, o procedimento que salvou a vida de Bolsonaro na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, para onde o então candidato foi levado emergencialmente, não recebe atualização em seus repasses há mais de dez anos. Outras operações realizadas pela instituição aumentaram seu valor de restituição, mas em números bem abaixo da inflação. O assunto ganhou alguma repercussão após o atentado, mas poucas propostas práticas surgiram desde então. O último contrato disponível da Santa Casa de Misericórdia com a Prefeitura de Juiz de Fora, estabelecido em outubro de 2017, prevê o repasse de R$ 46.690.328,16 anuais para a instituição. Dentro deste valor, enquadra-se cerca de 14 milhões de reais nos chamados procedimentos de "alta complexidade hospitalar", como o caso de Jair Bolsonaro. Os valores individuais por procedimento são previstos pelo DataSUS, e para a principal cirurgia realizada no candidato são estabelecidos R$ 367,06 pela operação, a serem divididos pelos responsáveis, e R$1.090,80 para a Santa Casa de Misericórdia. Em 2017, 72% dos serviços prestados pela instituição atenderam ao SUS.Um bom domingo a todos! 🇧🇷👍🏻 pic.twitter.com/3AO6csbeIb
- Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 10 de fevereiro de 2019
> Serviço emergencial que salvou Bolsonaro está sem repasse há mais de 10 anos
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