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Congresso em Foco
9/7/2014 | Atualizado 11/7/2014 às 9:21
A segunda turma cível do TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios) manteve nesta quarta-feira (9) a condenação do ex-governador José Roberto Arruda (PR) e da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) por improbidade administrativa.
Em dezembro de 2013, eles foram condenados no caso conhecido como "mensalão do DEM". Hoje, os desembargadores julgaram recurso da defesa. Nas eleições deste ano, Arruda pretende retomar o governo do Distrito Federal e ela, conseguir mais um mandato na Câmara dos Deputados.
Com a condenação mantida, eles se tornam fichas-sujas, considerando a Lei da Ficha Limpa, mas o futuro de ambos depende da Justiça eleitoral. O processo é um dos desdobramentos da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.
O tribunal também manteve a condenação de Manoel Neto, marido de Jaqueline, e Durval Barbosa, delator do esquema. O esquema consistia em compra de apoio político para candidatura de Arruda em 2006 com recursos oriundos de contratos de informática do governo do DF.
Os advogados dos condenados pretendem recorrer a instâncias superiores. A defesa de Arruda sustenta que a condenação se baseia "apenas na palavra do delator". Já a de Jaqueline diz que ela não apoiou a candidatura de Arruda, pois integrava outra coligação, e, assim, a decisão judicial não tem lógica.
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