[caption id="attachment_275502" align="alignleft" width="390" caption="Seis senadores não registraram voto no segundo turno de votação da PEC"]

[fotografo]Geraldo Magela/Agência Senado[/fotografo][/caption]Dos 69 senadores que votaram na proposta que limita o teto de gastos públicos por 20 anos (PEC 55/2016), apenas um mudou seu voto nesta terça-feira (13). Voto favorável à matéria em
29 de novembro, Dário Berger (PMDB-SC) manifestou escolha diferente em segundo e votou não ao texto. A proposição, cuja promulgação está prevista para a próxima quinta-feira (15), foi aprovada em plenário por
53 votos a 16, com apenas quatro a mais do mínimo necessário.
Além de Dário Berger, outros dois senadores do PMDB, partido do presidente Michel Temer, votaram contra a PEC. Roberto Requião (PR) não votou no primeiro turno e hoje foi contra a orientação do governo, enquanto a senadora Kátia Abreu (TO) manteve sua posição contrária à proposta de emenda, votando contra ela nos dois turnos.
Votaram no primeiro turno, mas não compareceram nesta terça-feira (13) os seguintes senadores: David Alcolumbre (DEM-AP),
Jader Barbalho (PMDB-PA), João Alberto (PMDB-MA),
Marcelo Crivella (PRB-RJ), Rose de Freitas (PMDB-ES), Zezé Perrella (PTB-MG), Fernando Collor (PTC-AL) e
Wilder Morais (PP-GO). Não estiveram em qualquer dos turnos de votação
Romário (PSB-RJ) e Virgínio de Carvalho (PSC-SE).
O senador
Randolfe Rodrigues (Rede-AP), embora não figure na lista inicial de votação (reprodução abaixo), registrou voto contrário à PEC 55 na ata da ordem do dia.
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