Jair Bolsonaro cumprimenta apoiadores em manifestação em Brasília. [fotografo] José Cruz/Agência Brasil [/fotografo]
*Luana Viana
Nesta sexta-feira (30),
o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decretou a inelegibilidade do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) por uma placar de 5 X 2. Diante do resultado, as redes e os políticos bolsonaristas se manifestaram, demonstrando discordância e questionando a idoneidade da decisão judicial.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, publicou em sua conta no twitter, afirmando que a decisão do TSE foi absurda por ter usado como argumento apenas o exercício de liberdade de expressão de Bolsonaro, Waldemar afirmou que " primeira vez na história da humanidade que um ex-presidente perde os direitos políticos por falar".
O ex-vice presidente e agora Senador,
Hamilton Mourão (REP-RS), discordou da decisão do Tribunal e culpabilizou o Ministro do STF e atual presidente do TSE, Alexandre de Moraes.
"Assim, a justiça eleitoral do Brasil se notabiliza por cassar a vontade popular, como fez com
Deltan Dallagnol agora faz com Jair Bolsonaro.
"Oh, Tempora, Oh Mores"."
Também se manifestou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, ao publicar uma foto de Bolsonaro em seu Instagram com a seguinte legenda:
Pois quem agir de forma injusta receberá o devido pagamento da injustiça cometida; e nisto não há exceção para pessoa alguma.
Colossenses 3:5
Somente Deus conhece os corações dos homens. Deus não perdeu e nunca perderá o controle de nada.
A minha fé continua inabalável em Ti, Pai!
Eu continuo confiando, acreditando e ao seu lado, meu amor
Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!
"Nosso sonho segue mais vivo do que nunca." JB
Estou às suas ordens, meu CAPITÃO
O governador de São Paulo,
Tarcísio de Freitas (PL-SP), se colocou ao lado do ex-presidente ao dizer "Seguimos juntos, presidente".
Também se posicionou ao lado do ex-presidente o deputado
Marcel van Hattem (NOVO-RS), ao fazer um tweet em que afirma que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral encaminhava o Brasil para um ditadura com o argumento de "defendendo a democracia. Aos seus atos se dá outro nome: DITADURA."
*Estagiária, sob supervisão da editora Iara Lemos