Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Congresso em Foco
11/3/2017 | Atualizado às 15:28
O Estado não dá conta de Deus! É o que estamos vendo com a decadência das políticas globalistas de cooperação multilateral de viés humanitário que vêm sendo praticadas pela hegemonia da social-democracia internacional e às custas do compromisso maior dos estados nacionais para com os cidadãos que os sustentam.
À custa de dumping, mão de obra sub-remunerada, desprovida de redes de proteção social, a China sequestrou milhões de empregos do mundo ocidental. É a "guerra por empregos" que integrou ao mundo capitalista um bilhão de chineses, transformando a China em fábrica do mundo de tudo que não é estratégico na indústria! Sobre o tema veja o economista Paulo Guedes em vídeo.
Esta é a verdade: os welfare states ocidentais traíram seus cidadãos como denúncia Mr Trump. É feio, não tem o charme romântico do Obama bom moço! Como Thatcher não tinha, nem os conservadores Reagan, Sarkozy, Cameron e tantos outros não tiveram.
Mas é a verdade, basta fazer contas e olhar de frente a situação! O homem não pode ser sempre visto pelo que gostaríamos que ele fosse, mas como ele é de fato, um falho pecador! Como está na Torá, no Evangelho, em David Hume quando nos ensina que o homem é o lobo do homem e não o bom selvagem de Rousseau, pai de todos os socialistas utópicos! O Estado não dá conta de substituir Deus. Pois, se nenhum deus de nenhuma religião ocidental garante a vida, seu dom intransferível, o que dirá o risível Estado distributivista dos humanos! Esta que foi a maior torção do humanismo, a maior distorção e corrupção dentre todos os valores morais da tradição humanista judaico-cristã: o Estado não pode garantir nem mesmo o valor absoluto da vida! Os homens são pecadores, cruéis e solidários para com seus semelhantes.
Não há direitos sociais ilimitados para a garantia de todos, simples ilusão romântico-esquerdista! É dever cívico e político do cidadão vigiar para que não se endeuse o Estado intervencionista que resulta apenas em estagnação econômica e civilizatória. Filme em cartaz no Brasil num cinema perto de você, sob o título "Eu, Daniel Blake".
Tags
LEIA MAIS
TRANSPORTE PÚBLICO
TRANSPORTE PÚBLICO
Tarifa zero cresce e chega a 145 cidades e 5,4 milhões de pessoas
Incentivo Educacional