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Congresso em Foco
20/3/2019 | Atualizado às 7:59
>> Queiroz alegou que "gerenciava" salários em gabinete de Flávio, diz jornal
O Coaf identificou movimentação financeira considerada atípica, incompatível com os rendimentos, de Fabrício de Queiroz no valor de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017. Em 2016, quando era assessora de Flávio, Nathália repassou R$ 97,6 mil para o pai. Ela trabalhou para o filho do presidente entre setembro de 2007 e dezembro de 2016. Em seguida, foi para a Câmara dos Deputados, assessorar Jair Bolsonaro. Ao mesmo tempo em que estava lotada em Brasília, ela trabalhava como personal trainer no Rio.>> Flávio Bolsonaro autorizou irmã de milicianos a assinar cheques de sua campanha ao Senado
Segundo O Globo, o novo relatório do Coaf considera "aparentemente incompatível com a capacidade financeira da cliente" a movimentação financeira de Nathália e aponta o "uso de dinheiro em espécie" para "inviabilizar a identificação da origem e real destino dos recursos". De acordo com a reportagem, o Coaf identificou que 75% do valor que entrou na conta de Nathália foi por meio de transferências eletrônicas, o que demonstraria o trabalho dela fora da política. Relatório da Divisão de Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e à Corrupção do MP informa que ela foi registrada como funcionária de três academias no Rio e que ainda tem vínculo aberto com a Bodytech. O advogado Paulo Klein, que atua na defesa de Queiroz e suas filhas, alega que a ex-assessora de Flávio e Jair Bolsonaro trabalhava com serviços de mídias sociais, à distância, e que os repasses para o pai foram combinados porque Fabrício Queiroz geria os recursos da família. Ainda conforme O Globo, outro relatório do Coaf mostra que o tenente-coronel Wellington Sérvulo Romano da Silva, que passou 248 dias em Portugal quando era funcionário da Alerj, movimentou R$ 1,59 milhão de janeiro de 2015 até o ano passado. O conselho também considerou atípica a movimentação de recursos do ex-assessor. A assembleia afirma que nunca foi informada sobre a licença do funcionário, que deixou o gabinete de Flávio no fim de 2016.Tags
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