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Congresso em Foco
11/04/2020 | Atualizado às 15h19
> Cadastre-se e acesse de graça o melhor conteúdo político premium do país O ministro da Saúde, que não foi até as aglomerações, condenou a atitude do presidente. "?Posso recomendar, não posso viver a vida das pessoas. Pessoas que fazem uma atitude dessas hoje daqui a pouco vão ser as mesmas que vão estar lamentando", afirmou, conforme registrou a reportagem da Folha. Os repórteres questionaram se a regra de isolamento valia também para o presidente, Mandetta afirmou que vale para "todos os brasileiros".Ao lado de @jairbolsonaro, @lhmandetta, @tarcisiogdf e lideranças, vistoriamos o Hospital de Campanha de Águas Lindas, no Entorno do DF, com capacidade para 200 leitos. Nesse momento crítico, Goiás agradece pelo gesto do Governo Federal. Muito obrigado! #Goiáscontracoronavírus pic.twitter.com/QGUxtPsAmZ
- Ronaldo Caiado (@ronaldocaiado) April 11, 2020
O governador Caiado também criticou a atitude de Bolsonaro. "Ele que deverá explicar esta situação. Esta posição não foi a minha. Ele é o presidente e eu sou o governador. A minha posição foi a que vocês acompanharam. Esta é a posição que manteremos até o dia 19", disse Caiado, ao se referir ao isolamento social no Estado de Goiás. "Eu sigo a parte da ciência e sigo também as regras do Ministério da Saúde", complementou. A imprensa e o governador Caiado foram hostilizados pelos manifestantes. O presidente já havia provocado aglomerações na sexta (10), quando mais uma vez ignorou o isolamento social, cumprimentou apoiadores e passeou por Brasília. Ele também foi alvo de protestos, com panelaço e vaias. O mesmo aconteceu na quinta (9), quando o presidente resolveu ir em uma panificadora em Brasília. Veja os vídeos. > Mesmo após 555 casos de covid-19, governador do DF afrouxa isolamentoBolsonaro em Goiás PS: Parece que abraça o Caiado. pic.twitter.com/ZMM4D7hOnq
- ?? t???ss ?? csvi?-19 (@deinhaASL) April 11, 2020
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