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revisão da vida toda
Congresso em Foco
22/3/2024 | Atualizado às 8:07
Entenderam que a regra tem que ser obrigatória para os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Luiz Fux, Dias Toffoli, Nunes Marques e Luís Roberto Barroso. Os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, André Mendonça e Cármen Lúcia votaram no sentido de que seria possível conciliar a validade da lei com a possibilidade de opção do segurado por outra regra, a "revisão da vida toda".
Nesta semana, com o apoio de deputados federais que integram a base do governo Lula (PT) e da oposição, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2024, conhecida como PEC Social, superou as 171 assinaturas, número mínimo exigido para o início da tramitação de uma PEC. O texto prevê o fim da contribuição de aposentados e pensionistas do setor público com a Previdência Social, uma medida que pode custar R$ 6,039 bilhões apenas aos cofres da União.
O montante pode chegar a R$ 25 bilhões anuais no âmbito dos três entes federativos (União, estados e municípios). Diante do peso da medida, o assunto foi discutido em reunião fechada realizada na tarde de quarta-feira (20), entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e dirigentes de entidades que defendem o fim da cobrança. O índice que impacta no bolso de aposentados e pensionistas é de 11%, e foi instituído em 1999 após a reforma da Previdência aprovada pelo Congresso no governo de Fernando Henrique Cardoso.SEGURANÇA PÚBLICA
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