[caption id="attachment_236831" align="alignleft" width="285" caption="Lula Marques/Agência PT"]

[fotografo]Lula Marques/Agência PT[/fotografo][/caption]O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou nesta segunda-feira (18) que o muro de 2 km erguido no gramado da Esplanada dos Ministérios para separar manifestantes contra e a favor do governo será usado também para a votação do impeachment no Senado. A expectativa é que o pleito aconteça no dia entre o dia 11 e 17 de maio.
"Quando tiver uma nova votação, em um ambiente de divisão e radicalização, nós retornaremos as divisórias", disse o governador. Segundo levantamento do governo do Distrito Federal, a estratégia do muro dividindo os manifestantes foi bem sucedida. "Foi uma festa da democracia. Cabia ao governo garantir a segurança dos manifestantes. Um belo espetáculo em que 80 mil pessoas se manifestaram em posições contrárias e o fizeram com segurança", afirmou Rollemberg.
A divisória e as cercas foram retiradas nesta terça-feira pela empresa contratada e por detentos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso. Na sexta-feira (15), segundo a secretaria de Segurança Pública, havia 200 manifestantes em frente ao Congresso Nacional. No sábado, foram 2,4 mil e no domingo 79 mil pessoas.
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