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Congresso em Foco
05/03/2018 | Atualizado às 22h19
<< Maia diz que Brasil perdeu o "timing" para reforma tributária. Veja o vídeo << Maia dá ultimato a Temer: "Ou vota reforma da Previdência em fevereiro ou não vota mais"Fiador da política reformista de Temer, Maia diz que a classe política não pode mais se esquivar de mudanças na legislação de questões cruciais para o futuro do país, como a reforma da Previdência - temporariamente retirada de pauta, a matéria (PEC 287/2016) pode ser votada depois das eleições, embora até governistas admitam que ela só será apreciada em 2019. "Tem que ter coragem para enfrentar esses assuntos como já estamos fazendo com vários - Reforma da Previdência, por exemplo - e também para falar a verdade", acrescentou o deputado, que se esforça para figurar como o nome de centro no espectro político-ideológico, de maneira a evitar a evitar o conflito esquerda versus direita. A esse respeito, Maia fez menção à disputa que tem protagonizado o cenário político-eleitoral dos últimos 20 anos. Para o parlamentar fluminense, o momento é propício para as pretensões do DEM, que tem servido de esteio dos tucanos neste período, com papel de coadjuvante. "O Brasil vive esse ciclo desde a redemocratização e depois a polarização PT e PSDB, que já acabou. As pesquisas já mostram uma rejeição contra esses partidos", ponderou Maia, que tem procurado priorizar uma bandeira de campanha desde o ano passado, pautando a questão da segurança pública com prioridade na Câmara.
Leia também: << PF aponta que Maia recebeu "caixa três" de campanhaNa esteira da intervenção federal determinada por Temer justamente na segurança pública no Rio de Janeiro, reduto eleitoral de Maia, o deputado já entoa mantras de candidato e apela para discursos de temática social - e, nesse sentido, com foco também no combate à criminalidade. "São milhões de jovens sem estudo, muito deles no crime. Tem que olhar para essa juventude abandonada que precisa ser recuperada pela sociedade, com educação, para que eles tenham esperança de vida e possam entrar para o mercado de trabalho, ter a primeira oportunidade", discursou. Um dos líderes da base aliada de Temer, Maia pode ter como concorrente na corrida eleitoral o próprio presidente - que, embora negue pretensões de candidatura, tem sido aconselhado por assessores a pegar carona nas pautas positivas da intervenção, da alegada retomada do crescimento econômico e da própria criação do Ministério da Segurança Pública para se tornar eleitoralmente viável. Mesmo com índices de rejeição superiores a 90%. Até o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, filiado ao PSD, é cogitado para o páreo com Maia e Temer como candidatos de centro, com alinhamento à pauta do mercado financeiro.
<< Disputa entre PMDB e DEM leva Maia a advertir Temer: "Que não vire relação entre inimigos" << Maia quer que ministro prove cumplicidade de autoridades do Rio com o crime organizado
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TEMOR ELEITORAL
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