Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Congresso em Foco
08/06/2020 | Atualizado às 16h42
As ações foram apresentadas pelos ex-candidatos a presidente Guilherme Boulos (Psol) e Marina Silva (Rede), que denunciaram a invasão ao grupo virtual "Mulheres Unidas contra Bolsonaro" um mês antes das eleições.
O grupo, que somava mais de 2,7 milhões de pessoas, foi invadido por hackers, que mudaram o seu conteúdo. O nome foi modificado para "Mulheres com Bolsonaro #17", com a inclusão de conteúdo ofensivo aos adversários do então candidato a presidente do PSL.
As ações pedem a cassação dos registros de candidatura de Bolsonaro e Mourão, além da declaração da inelegibilidade dos dois por abuso eleitoral. Na época Bolsonaro publicou em sua rede social mensagem em que agradecia o apoio das mulheres com uma imagem da página hackeada. A defesa alega que o presidente não sabia que a página havia sido adulterada. Og Fernandes considera que, embora a invasão tenha sido comprovada, não há provas de sua autoria. Também não ficou evidenciado, segundo o relator, que o episódio tenha atrapalhado "a normalidade e a legitimidade" das eleições. Além dessas duas, há outras seis ações de investigação judicial eleitoral em andamento no TSE contra a chapa encabeçada por Bolsonaro. Quatro delas investigam irregularidades na contratação de serviços de mensagem em massa pelo WhatsApp. > Cadastre-se e acesse de graça, por 30 dias, o melhor conteúdo político premium do paísTags
SEGURANÇA PÚBLICA
Guardas municipais comemoram decisão do STF sobre policiamento